Com que letra eu vou?





Para ler:

“A ilha do conhecimento” (Marcelo Gleiser) - Quanto podemos conhecer do mundo? Será que podemos conhecer tudo? Ou será que existem limites fundamentais para o que a ciência pode explicar? Se estes limites existem, até que ponto podemos compreender a natureza da realidade? Estas perguntas, e suas consequências surpreendentes, são o foco deste livro, um ensaio sobre como compreendemos o Universo e a nós mesmos. Doido pra cacete. ADORO!










Quando música e letra se casam:
Letra minha, música André Lima, na voz da linda Beta Brasileiro.



Para quem não quer que o carnaval acabe:


E você acha que o  carnaval acabou em BH? Hoje tem mais! Quem quiser, acessa aí, porque tem samba na quadra: sambadaquadra











Para fazer detox, com praticidade:
Abusou no carnaval e agora quer voltar (ou começar) com uma alimentação saudável? Sempre peço na PAMFIT, chega tudo embaladinho, via delivery! Fácil, prático e super saudável.
Para mais informações: pamfit@pamfit.com.br ou 31 91889122. www.pamfit.com.br




Para quem está mal (bem) intencionado hoje:
No mood "50 tons" (que eu acho meio fraquinho, mas gera uma certa tensão/tesão sexual no ar), uma playlist para transar SEM FOFURAS, feito pelo nosso escritor entendedor de mulheres Ricardo Coirohttp://superela.com/2014/12/18/25-musicas-para-transar-sem-fofuras/










No ar:
Site novo da nossa querida parceira Dani Bizão, para quem quer dar um up na carreira e na vida:


Passe livre:

Hoje estreamos esse espaço para novos escritores e colunistas. Quem quiser saber como participar, só enviar um email para comercial.fernandamello@gmail.com e conversar com a Renata.



Hoje temos 3 pessoas super bacanas, que vale a pena conferir:

- Luiza Angélica, autora do livro " Coisas de Luiza":  http://www.coisasdeluiza.com.br/

- Gabriel dos Anjos, tataraneto do Augusto dos Anjos: Sem sentido na Emoção

- Maria Fernanda Probst: http://www.fernandaprobst.com.br



A sétima arte, em palavras - Gustavo Rezende

Sniper Americano

Estreia hoje nos cinemas de todo o Brasil, o filme Sniper Americano. Com 6 indicações ao Oscar, o filme surpreendeu quando saiu a lista, já que não havia sido destaque em quase nenhuma premiação anterior como o Globo de Ouro e o SAG  Awards.
Primeiramente gostaria de dizer que sou fã de Clint Eastwood. Sensível ao extremo, o diretor é um exímio contador de histórias, construindo verdadeiras obras-primas como As Pontes de Madison, Os Imperdoáveis e Menina de Ouro. Outras vezes Eastwood erra a mão e nos "empurra" obras irregulares como A Troca e agora Sniper Americano.
O filme conta a história de Chris Kyle (Bradley Cooper) que, após os atentados de 11 de Setembro, foi lançado para combater o terrorismo, onde demonstrou uma capacidade fora de série como atirador furtivo, com registos extraordinários debaixo de fogo. Entre 1999 e 2009, Kyle obteve o maior número de baixas como atirador da história militar norte-americana, o que lhe valeu o codinome de "A Lenda". Porém, na sua vida privada, enfrentava uma luta tão ou mais difícil: ao mesmo tempo que se esforçava para ser um bom pai e marido, via-se incapaz de deixar as batalhas para lá das linhas inimigas.
Não que o filme sejá ruim, longe disso. O problema é que o longa é baseado em uma "história real" e para contar a trajetória do atirador, o diretor utiliza elementos decepcionantes como inverosimilhança e ufanismo exacerbado. Ou seja, camuflando os verdadeiros fatos, Eastwood pinta o soldado americano como um verdadeiro herói que arrisca suas vida para salvar o mundo de iraquianos maldosos que querem destruir a terra. Para isso são construídos dois grandes vilões que funcionam como um aval para as atitudes violentas do protagonista.
Bradley Cooper está excelente como um "macho alfa", que transborda testosterona mas que em seu interior vive um conflito maior que aqueles dos campos de batalha. Merecia a indicação? Não mais que Jake Gyllenhaal (O Abutre) e David Oyelowo (Selma). Na minha opinião, o filme também não merecia estar entre os 8 indicados, já que grandes longas como Garota Exemplar e Foxcatcher ficaram de fora. No geral Sniper Americano é ufanista demais, inverossímil demais, mas é um bom filme de guerra, não mais que isso.


Gustavo Rezende (instagram @gustavosrezende) é publicitário, especialista em desenvolvimento de produtos cosméticos e amante da sétima arte. Criador do instagram @cinediario, contribui semanalmente com críticas, indicações e curiosidades sobre os melhores filmes e


0 Fala, coração!:

 

Dia 03 de dezembro tem Gabi Mello!

Dia 03 de dezembro tem Gabi Mello!

Anuncie aqui!