Passe livre

Coluna Larissa Facco



Tudo o que sinto

Já se passaram mais de sete dias desde que você, subliminarmente, disse tchau e a saudade se instalou em mim. Não sei se não consigo te deixar ir embora de vez de dentro de mim, por medo ou, por depois não ter mais o que sentir, a não ser lembranças.

Lembranças de algo, que não chegou a ser amor, com todas as letras, mas que foi algo próximo, foi paixão. Algo que chegou, desmoronou tudo, e antes que pudesse me acostumar com esse tornado, você se foi.

Hoje, a saudade está doendo em mim, e ela, sendo minha companhia, me faz lembrar, mesmo sem saber o que sinto, do teu abraço, do mundo que se fechava quando estava dentro dele.

Me lembro do teu riso perto do meu ouvido, da tua respiração no meu pescoço e do teu cheiro - inconfundível - no meu nariz. Mas, agora, o teu silêncio, não muda o barulho que tem em mim, a tua música ainda toca na minha playlist - e eu não consigo removê-la. Acho que é porque, não quero mesmo.

A tua janela do Whatsapp, não é mais a primeira, é uma das últimas, e eu, vez ou outra, releio nossa conversa, na tentativa de achar onde errei. Quase sempre, olho seu Instagram e Facebook, na intenção de achar algo que me faça te arrancar de vez de dentro de mim. Eu até encontro, mas nunca consigo me libertar de vez.

E quando a noite chega, entre o escuro e uma música que estou cantarolando antes de dormir, com o celular no peito, resisto milhões de vezes ao impulso de te mandar uma mensagem, só para saber se está acordado, como eu.

Só para ver se está tudo bem. É que tudo que tenho é saudade, é vontade de te ter novamente, de recomeçar.

Mas isso é só a minha vontade, e se tratando das minhas vontades, bem, deixamos esse assunto para um outro dia.

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